terça-feira, 21 de março de 2017

Vereadora Cristiani relata suas ações e cobra respeito à Mesa Diretora

Na última Sessão da Câmara de Vereadores de Lucas do Rio Verde, realizada na segunda-feira (20/03), a vereadora Professora Cristiani (PT), relatou importantes ações do seu mandato que trouxeram importantes benefícios à sociedade e também criticou .

A Vereadora relatou que no dia 09 de Março, ela esteve no gabinete do deputado federal  Ságuas Moraes (PT-MT) em Brasília apresentando demandas para o município. Solicitou ao deputado que fizesse gestão junto ao FNDE para a regularização dos recursos para construção da “Creche Aquarela” no bairro Parque das Américas, que já foram liberados. Os recursos estavam atrasados e a construtora Tonello, responsável pela execução da obra, ameaçava parar as atividades. O recurso, na ordem de 240.000,00, foi depositado na última sexta-feira, 17 de março.

Além disso, foram liberados pouco mais de 108.000,00 para a mobília da creche. A vereadora ressaltou o empenho da gestão em, a cada dia, favorecer uma educação de qualidade para os munícipes.

Para a professora Cristiani a sua viagem a Brasília para debater as demandas da educação deixou evidente a sua disposição em fazer uma política voltada para as necessidades da sociedade e de interesse público.

Debate sobre a Reforma da Previdência

No dia 15 de Março - Dia Naicional de Paralisações - atendendo a apelo da classe trabalhadora, especialmente, dos profissionais da educação  a Vereadora requereu uma Reunião Pública nas dependências da Câmara Municipal para debater a PEC 287/2016 que trata da “reforma da previdência”.

O evento contou com a participação massiva da categoria que havia cruzados os braços em protesto à proposta que impõe prejuízos e retrocessos aos direitos da classe trabalhadora, aumentando em mais em 15 anos a permanência dos professores em sala de aula.

A atividade contou com a presença de entidades sindicais representando os servidores públicos do campo e da cidade. As presidentes do SINTEP e do Sindicato dos Servidores Públicos, respectivamente, Tânia Jorra, Karime Souto, bem como Claudiomir Boff, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, todos de Lucas do Rio Verde, destacaram o “desmonte” que essa proposta traz para o regime previdenciário e para a seguridade social dos brasileiros, sobretudo, dos que se encontram em situação de vulnerabilidade social, das mulheres, dos profissionais da educação e dos trabalhadores do campo.

Polêmica sobre o Hospital São Lucas

Na última sessão, caracterizada por discursos acalorados dos vereadores e muitos embates em virtude dos problemas relativos ao hospital São Lucas,

Com relação ao hospital, pediu que o tema fosse tratado com seriedade, e que, em virtude do alongamento do debate, a questão fosse apresentados propostas de encaminhamentos.

Para a Professora o tema não pode ser tratado com “politicagem”, mas sim com a transparência, "Os cidadãos já estão cansados dos discursos, e merecem informações e solução para os problemas". Ela pediu ao presidente da casa que explicasse quais foram os motivos que alguns vereadores e outras entidades foram impedidas de participar da reunião que ocorreu no dia 16 de março, nas dependências daquela casa, para tratar do tema do hospital.

Como a Vereadora Cristiani faz parte da mesa diretora, no cargo de 2ª secretária, cobrou respeito e exigiu sua participação nas decisões e encaminhamentos da mesa diretora.

Para entender o caso do Hospital São Lucas

 Hospital São Lucas é uma entidade filantrópica de direito privado, administrado pela Fundação Luverdense de Saúde, através de um conselho curador. O hospital vem enfrentando dificuldades desde sua fundação, contudo, se manteve ao longo do tempo, sempre com o apoio da administração municipal. Desde novembro do ano passado vem atrasando o salário dos médicos que ameaçam parar suas atividades até serem pagos.

A diretora geral do hospital, Fernanda Dotto, bem como o conselho administrativo, alegam que os recursos provenientes do SUS, do contrato de gestão feito com poder público municipal e os convênios, não são suficientes para atender a demanda e os procedimentos. Além disso, foi realizada uma ampliação do espaço físico o que gerou dívidas para o hospital.

A prefeitura, apesar de ter concedido uma subvenção no valor de 1.800.000, argumenta que “paga uma conta que não é sua”. Alguns vereadores da oposição polemizam as sessões como se os referidos problemas do hospital fossem culpa da atual gestão ou que devessem ser solucionados pela mesma como num “passe de mágica”.  


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